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Written by Estagiario   
Tuesday, 02 June 2009 13:22
 

Panteão Nacional

 
 

 

 

 

 

 

 

 

O Panteão Nacional de Portugal situa-se na freguesia de São Vicente de Fora, em Lisboa, na Igreja de Santa Engrácia.
O actual edifício está no local onde já tinha sido erigida uma igreja em 1568, por ordem da Infanta D. Maria, filha de D. Manuel I, por ocasião da criação da antiga freguesia de Santa Engrácia. A partir de 1916 o templo passou a ser panteão. Entre as personagens ilustres que aí estão sepultadas, encontramos Amália Rodrigues, depois de se alterarem as disposições legais que apenas permitiam a trasladação para o panteão nacional quatro anos após a morte da individualidade. No mesmo local encontram-se os restos mortais dos escritores João de Deus, Almeida Garrett e Guerra Junqueiro.
Os Presidentes da República portugueses Manuel de Arriaga, Teófilo Braga, Sidónio Pais e Óscar Carmona estão também aí sepultados.
São também evocados no Panteão Nacional, através de cenotáfios, as personalidades de Luís de Camões, Pedro Álvares Cabral, Afonso de Albuquerque, Nuno Álvares Pereira, Vasco da Gama e do Infante D. Henrique, ainda que os seus corpos aí não estejam presentes.

 

Igreja de São Vicente de Fora

 

 A igreja original foi constantemente alvo de modificações e alterações, de tal modo que hoje nada resta dela. A versão original foi vítima de um temporal, em 1681. A primeira pedra do novo edifício barroco, lançada em 1682, marcou o início de uma saga de 284 anos. A igreja foi terminada em 1966.
O interior está pavimentado com mármore colorido e coroado por uma cúpula gigante. Como Panteão nacional abriga os cenotáfios de heróis da história portuguesa, tais como Vasco da Gama e Afonso de Albuquerque, vice-rei da Índia, à esquerda, Henrique o Navegador e Luís de Camões, à direita. Também aqui se encontra o túmulo da fadista Amália Rodrigues, ícone cultural para os Portugueses, bem como de Manuel de Arriaga, primeiro Presidente da República.

Igreja ou Mosteiro de São Vicente de Fora, dedicada a São Vicente, que foi proclamado padroeiro de Lisboa em 1173, quando as suas relíquias foram transferidas do Algarve para uma igreja fora das muralhas da cidade.
Desenhada pelo arquitecto italiano Filippo Terzi e terminada em 1627, tem uma fachada do tipo italiano, sóbria e simétrica, com torres de cada lado e as estátuas dos santos Agostinho, Sebastião e Vicente sobre a entrada. No interior, os olhos são atraídos para o baldaquino barroco de Machado de Castro, por cima do altar, flanqueado por estátuas de madeira em tamanho natural.
O antigo mosteiro agostiniano adjacente, com acesso pela nave, conserva a sua cisterna do século XVI e vestígios do antigo claustro, mas é mais visitado pelos seus azulejos do século XVIII. Entre os painéis da entrada, junto ao primeiro claustro, estão representadas cenas do ataque de D. Afonso Henriques a Lisboa e Santarém. Em volta dos claustros os azulejos com cenas rurais, rodeados por desenhos florais e querubins, ilustram as fábulas de La Fontaine.

 

 

 

 

 

 

 

 

Last Updated on Tuesday, 02 June 2009 13:44
 

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